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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Júri condena assassino que desapareceu misteriosamente de pedrinhas e esposa da vitima.

Foi encerrado na madrugada desta sexta-feira (24), no auditório da Câmara de Vereadores de Açailândia, o julgamento de Elisângela Santana de Lima e João Francisco de Sousa. Eles estavam sendo acusados da morte de Inamar Pursino, esposo de Elisângela. O casal foi condenado à pena de 16 anos e sete meses de reclusão.

Chamou a atenção o fato de João Francisco de Sousa, estar desaparecido de PEDREINHAS a prisão de segurança máxima, o julgamento já havia sido adiado por motivo da secretaria de administração penitenciaria do Maranhão não ter localizado o Réu em pedrinhas onde o mesmo deveria estar preso, o que ainda é pior, não se sabe se o mesmo foi morto em uma das muitas rebeliões ou ate se teria fugido de pedrinhas

O crime ocorreu no dia 28 de maio de 2011 e teve granderepercussão em Açailândia e região devido à brutalidade com que foi cometido e também por ser a vítima, Inamar Pursino, funcionário de uma das mais conhecidas concessionárias de motoda cidade. João Francisco de Sousa Oliveira e Elisângela Santana de Lima, estariam envolvidos por uma suposta relação extraconjugal que mais tarde culminaria com o homicídio do esposo da denunciada, conforme informações formuladas pela acusação nos autosdo processo.

Narra ainda a denúncia que a acusada teria atraído a vítima para o local do crime, disfarçando a intenção através do convite de que fossem realizar uma pescaria no Rio Pindaré, nesta localidade, local onde teriam preparado uma emboscada que resultou no sucesso do plano criminoso.

O Conselho de Sentença acatou a tese levantada pela acusação, feita pela promotora Sandra Fagundes Garcia e pelo assistente de acusação Carlos Magno Miranda Costa, e condenou os dois acusadospor homicídio duplamente qualificado, por motivo fútil e impossibilidade de defesa da vítima.

A defesa pediu a absolvição dos réus, alegando fragilidade das provas constantes nos autos (in dubio pro réu), tese afastada pelos jurados. O total da pena foi de 16 (dezesseis) anos, 07 (sete) meses e 15 (quinze) dias, a ser cumprida em regime inicialmente fechado.

Elisangela Santana compareceu ao júri e permanece presa e o acusado João Francisco encontra-se com seu paradeiro desconhecido. A sessão do Tribunal do Júri foi presidida pelo juiz titular da 5ª Vara Pedro Guimarães Júnior, auxiliado pelo magistrado Flávio Roberto Soares, da 3ª Vara Criminal de Imperatriz.

Dilma e Lula sabiam de tudo, diz Alberto Youssef à PF

Em depoimento prestado na última terça-feira, o doleiro que atuava como banco clandestino do petrolão implica a presidente e seu antecessor no esquema de corrupção

Capa - Edição 2397

Na última terça-feira, o doleiro Alberto Youssef entrou na sala de interrogatórios da Polícia Federal em Curitiba para prestar mais um depoimento em seu processo de delação premiada. Como faz desde o dia 29 de setembro, sentou-se ao lado de seu advogado, pôs os braços sobre a mesa, olhou para a câmera posicionada à sua frente e se colocou à disposição das autoridades para contar tudo o que fez, viu e ouviu enquanto comandou um esquema de lavagem de dinheiro suspeito de movimentar 10 bilhões de reais. A temporada na cadeia produziu mudanças profundas em Youssef. Encarcerado desde março, o doleiro está bem mais magro, tem o rosto pálido, o cabelo raspado e não cultiva mais a barba. O estado de espírito também é outro. Antes afeito às sombras e ao silêncio, Youssef mostra desassombro para denunciar, apontar e distribuir responsabilidades na camarilha que assaltou durante quase uma década os cofres da Petrobras. Com a autoridade de quem atuava como o banco clandestino do esquema, ele adicionou novos personagens à trama criminosa, que agora atinge o topo da República. Perguntado sobre o nível de comprometimento de autoridades no esquema de corrupção na Petrobras, o doleiro foi taxativo:

— O Planalto sabia de tudo!

— Mas quem no Planalto?, perguntou o delegado.

— Lula e Dilma, respondeu o doleiro.

Conheça, nesta edição de VEJA, os detalhes do depoimento que Alberto Youssef prestou às autoridades.

Verba Federal de R$ 1,4 mi para construção de UPA pode ter sido desviada em Açailândia

A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) que deveria existir em Açailândia foi projetada para oferecer atendimento de urgência hospitalar 24 horas, de complexidade intermediária entre as Unidades Básicas de saúde e as de urgência, nas especialidades de clínica médica e pediatra.

A UPA ainda ofereceria exames de Raio-X, eletrocardiograma (ECG), eletroencefalograma e atendimentos que vão de uma simples febre e dor de cabeça, até infartos e acidente vascular cerebral (AVC). Tudo isso salvaria centenas de vidas, inclusive pessoas que sofrem acidentes no trânsito. O índice de fatalidades tem crescido nos últimos meses.

Mas o Poder Público Municipal parece não ter interesse em concluir a obra, que deveria ter sido entregue no dia 31 de dezembro de 2012, ou seja, a dois anos atrás. Para a realização da unidade, o Governo Federal repassou R$ 1.441.201,98, (um milhão, quatrocentos e quarenta e 1 mil, duzentos e um reais e 98 centavos.

Ainda na gestão do ex-prefeito Ildemar Gonçalves, a prefeitura destinou um terreno do município para a construção da UPA. A obra então começou a ser construída na área em que ficava localizado o antigo mercado público municipal. Ao fim de 2012, quando o ex-gestor entregou o cargo para a atual prefeita, Gleide Santos, as obras pararam.

Chegou o ano de 2013, já na nova gestão, e nada da obra ser entregue. 2014 já está chegando ao fim, e as obras estão paradas. Nada foi concluído. O dinheiro, porém, não se sabe onde foi parar. Se as obras estão paradas por que não tem dinheiro, então pra onde foi o repasse de mais de um milhão? Se a antiga gestão desviou os recursos, por que até agora o governo não se manifestou ? Se o dinheiro ainda está na conta para a construção, por que não conclui? Se o dinheiro repassado não foi o suficiente, o que a fez subir de valor?

A prefeita Gleide Santos não foi encontrada para responder estas perguntas. A obra consta como sendo de interesse da prefeitura do município, logo as responsabilidades não podem serem jogadas sob o Governo Estadual e Federal. Levantamento feito pelo o Blog, comprovam que houve pouca fiscalizações dos órgãos competentes, inclusive do próprio Deputado Estadual Antonio Pereira, que comunicou ser o autor do pedido, porém ao que parece, esqueceu-se de cobrar resultados.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Professores voltam a denunciar prefeito Madeira e realizam novo protesto

O prefeito de Imperatriz Sebastião Madeira parece que não sentiu o desgaste da última greve dos servidores da educação que durou mais de quatro meses. Como se não bastasse ter atravessado a mais extensa greve da história da cidade (foto), agora o prefeito deixa de pagar benefícios como vale alimentação e vale transporte. Resultado: o sindicato já marcou nova onda de protestos ainda para este mês.

Professores voltam a denunciar prefeito Madeira e realizam novo protestoA denúncia do não pagamento dos benefícios foi feita hoje pelo presidente do Steei professor Wilas de Moraes em entrevista à TV Difusora. De acordo com o presidente, o sindicato já entrou com um mandado de segurança para garantir o pagamento dos benefícios. “O vale alimentação deveria ter sido pago junto com os salários, mas isso não aconteceu. Estamos tomando as medidas judiciais para garantir nossos direitos e vamos voltar às ruas para denunciar publicamente a situação”, alertou.

Sobre o vale transporte o sindicato diz que apesar do desconto feito na folha de pagamento dos servidores o benefício não foi pago. “A parte do trabalhador foi descontada da folha, mas os vales até agora não foram entregues, o que dificulta a ida dos colegas a seus locais de trabalho”, disse.

Outras denúncias também foram feitas pelo Steei, como a retenção do imposto sindical por parte da prefeitura e o não repasse aos bancos das parcelas dos empréstimos consignados. “As parcelas são descontadas, mas os bancos não recebem. Com isso os bancos estão notificando os trabalhadores e negativando os nomes no SPC e Serasa”. explicou.

Os servidores da educação marcaram um primeiro ato de protesto para a próxima quarta-feira (29), 19h, na solenidade de abertura do Congresso Municipal de Educação, no Centro de Convenções de Imperatriz.

fonte blog da kelly

Prefeita Cristiane Damião é processada por irregularidades de 7 milhões em licitações

O Ministério Público do Maranhão, por meio da Promotoria de Justiça da comarca de Buriticupu ajuizou, no dia 16 de outubro, Ação Civil Pública contra a prefeita Fantastica, Cristiane Campos Damião do municípo de Bom Jesus das Selvas, que é Termo Judiciário da Comarca.

cristiane-damião De acordo com a ação, a prefeitura teria firmado contratos com indícios de irregularidades com empresas de locação, manutenção e abastecimento de veículos e fornecimento de materiais de limpeza. Os contratos referentes às empresas, M.E. da Rocha Machado Comércio (Pregão presencial nº 028/2014); Posto de Combustíveis Santa Maria LTDA (Pregão presencial nº 040/2014); Multiuso Peças e Serviços LTDA-ME (Pregão presencial nº 016/2014 e nº 017/2014); apresentam valores exorbitantes, chegando a um total de mais de sete milhões de reais pagos pelo erário (exatos R$ 7.182.185,50).

O promotor de justiça Gustavo de Oliveira Bueno questiona a utilização de processo licitatório na modalidade Pregão Presencial uma vez que, considerando-se o alto custo dos contratos firmados, a modalidade indicada seria a Concorrência Pública. "É sabido que a concorrência é a modalidade mais ampla de licitação existente, justamente por permitir a participação de qualquer licitante interessado. É a modalidade que apresenta exigências mais rígidas para a fase de habilitação", ressaltou.

Diante das irregularidades, o MPMA requereu, liminarmente, que o município de Bom Jesus das Selvas deixe de efetuar os pagamentos relativos aos referidos contratos, bem como se abstenha de firmar novos contratos com as mesmas empresas enquanto não houver a devida apuração da idoneidade das mesmas.

O MPMA já havia tomado iniciativa visando apurar outros indícios de irregularidades na administação do município. Em 6 de agosto de 2013, ao tomar conhecimento de notícias veiculadas na internet, as quais relatavam possível desvio de recursos provenientes do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) da educação para pagamento de festas pela prefeita Cristiane Campos Damião, o promotor de justiça Gustavo de Oliveira Bueno encaminhou denúncia ao Ministério Público Federal para que fossem tomadas as providencias cabíveis.

Justiça obriga município de Açailândia fazer atendimento de saúde a paciente

Pra receber atendimento medico em Açailândia munícipe tem que ir a justiça

Trata-se de Ação Civil Pública com pedido de antecipação de tutela promovida pelo MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL contra o MUNICÍPIO DE AÇAILÂNDIA em favor de ODILMA BASSANI, a Sra. Odilma Bassani realizou consulta com médico otorrinolaringologista no mês de setembro de 2013, após meses de espera. Foi-lhe prescrita a realização de dois exames, sendo que o município não ofertou a realização do exame de E.D.A.  HOSPITAL-DE-AÇAILÂNDIA 

Foi pleiteado junto à secretaria de saúde do Município o fornecimento do exame e a marcação de nova consulta médica. Contudo, mesmo em face da intervenção do Ministerio Público, por meio da expedição de recomendação, o município de Açailândia se negou a atender a paciente.

Leia parte da sentença :

(...)

JULGO PROCEDENTE o pleito autoral, na forma do art. 269, I, do CPC, para CONDENAR o Município de Açailândia a fornecer, para a paciente ODILMA BASSANI o exame de E.D.A. e nova consulta com a médica otorrinolaringologista responsável. . Mantenho a multa diária de R$ 1.000,00 (um mil reais) em favor do paciente, em caso de descumprimento. Sem custas e sem honorários. Publique-se. Registre-se. Intimem-se. Cumpra-se.

Açailândia, MA, 28/08/2014.

Angelo Antonio Alencar dos Santos

Juiz de Direito Resp: 120048

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Aécio leva Marina e viúva de Campos à TV contra pancadaria do PT

Candidato do PSDB pede que eleitor 'não tenha medo do PT' em referência à onda de boatos sobre o fim de programas sociais se ele for eleito

O candidato à Presidência Aécio Neves (PSDB) e a candidata derrotada no primeiro turno Marina Silva (Rede), concedem entrevista em São Paulo

Bombardeado desde o último final de semana por ataques pessoais feitos pelo PT, o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, fez um longo depoimento em seu programa eleitoral na TV apontando "a onda de calúnias" propaladas contra ele na reta final da eleição. O tucano exibiu mensagens de apoio da ex-senadora Marina Silva (PSB), derrotada no primeiro turno, e de Renata Campos, viúva do ex-governador Eduardo Campos, morto numa tragédia aérea em agosto.
Marina afirmou que foi vítima na primeira etapa da eleição dos ataques feitos pela campanha da presidente-candidata Dilma Rousseff que agora se repetem contra o tucano. "Eduardo Campos e eu fomos vítimas da mesma estratégia destrutiva que agora é usada contra Aécio", disse. "Não se deixem intimidar pela campanha que a candidata Dilma está fazendo", completou. Na sequência, Renata Campos também deixou mensagem afirmando que Aécio "não representa um partido, mas um conjunto de forças que se juntaram no segundo turno".
Leia também: Em Minas, Dilma ataca Aécio e FHC
Lula provoca: 'Eleitor de Marina tem obrigação moral de votar em Dilma'

Aécio lembrou a artilharia desferida pelo PT a Eduardo Campos e afirmou que "as mesmas pessoas que chamaram Eduardo Campos de playboy agora dizem o mesmo sobre ele". Foi um recado direto ao ex-presidente Lula, que tem capitaneado a onda de baixarias em comícios pelo país – algo lamentável para um ex-presidente da República. Além de chamar o tucano de "playboy", Lula tem dito que o tucano é violento com mulheres: "Fui acusado de comportamento criminoso, de ser desrespeitoso com as mulheres, uma ofensa à minha esposa e à minha filha".

O tucano ainda citou o terrorismo eleitoral feito pelo PT, que desde o início da campanha espalha o discurso do medo, segundo o qual programas como o Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida serão encerrados se o PT deixar o poder e bancos públicos serão privatizados. "Não podemos ter medo do PT. Eu não tenho medo do PT", disse.
Leia mais: Lula 'apequenha biografia' ao promover baixaria, diz Aécio

Contrato de 3 milhões para equipa matadouro deixa Açailândia em alerta, construção toda só custou 1 milhão.

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A Prefeitura Municipal de Açailândia firmou três contratos no dia último dia 10 de outubro com empresas distintas para executarem os mesmos serviços. A Vibra Comércio de Rações e Agropecuária Ltda. levou a maior fatia e firmou, com a prefeita Gleide Lima Santos, dois contratos cada um com valores acima de R$ 1 milhão.

  Conforme os extratos publicados no Diário Oficial do Estado do Maranhão do dia 14 de outubro (veja abaixo), a empresa acima referida, é responsável pela instalação de equipamentos de refrigeração e isolamento térmico para o Matadouro Municipal de Açailândia.

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A outra empresa contratada na mesma data foi a LUNASA – Luiz Nasciutti S/A. Esta recebera mais de R$ 1 milhão para prestar os mesmos serviços que a Vibra Comércio. Ou seja, um total de R$ 3.101.894,43 (Três milhões, cento e um mil, oitocentos e noventa e quatro reais e quarenta e três centavos) sairá dos cofres da prefeitura.

Só estes contratos para instalar os equipamentos de refrigeração um pouco mais de três milhões e sem mil 3.101.894,43 R$, do novo matadouro de Açailândia, obra construída no governo de Ildemar, estranhamente é três vezes mais carro que a construção do próprio prédio do matadouro que custou apenas um milhão e cinco mil reais 1.005.045,07 R$.

Portanto, o Ministério Publico, Vereadores e a população de Açailândia precisam estar atentos e observar de houve ou haverá nos próximos 120 dias alguma melhoria que justifique o gasto astronômico no Matadouro. Pois com esse valor sendo gasto muito deve ser feito. Se for feito!

Com informações de Luís Cardoso

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Câmara de Imperatriz parabeniza Clayton Noleto por indicação para a Sinfra

O administrador de empresas, advogado e professor Clayton Noleto, recebeu, em sessão realizada nesta terça-feira (21), Cumprimentos da Câmara Municipal de Imperatriz pela indicação para a Secretaria de Infraestrutura do Estado (Sinfra) na gestão de Flávio Dino. Clayton_Camara2 A homenagem proposta pelos vereadores Carlos Hermes e Prof. Marco Aurélio, ambos do PCdoB, foi aprovada por unanimidade. Em nome de todos os parlamentares, a vereadora Caetana Frazão destacou o perfil do próximo secretário de governo. “Imperatriz aprovou e abraçou a indicação” de Clayton para o cargo “por sua competência, seu trabalho, sua história de êxito e sua simplicidade”.

Na tribuna, Clayton Noleto agradeceu a homenagem e disse que sua indicação representa o compromisso do governador eleito com Imperatriz e a Região Tocantina. “É um gesto que o governador eleito faz com a nossa região. Afirmo que irei cumprir esta missão com trabalho, integridade e responsabilidade”, declarou o imperatrizense que assumirá a Sinfra a partir de 1º de janeiro.

Participaram da cerimônia, representantes da Casa Legislativa, líderes políticos, imprensa e comunidade. Clayton destacou ainda que o momento é de alegria pela oportunidade de trabalhar pela população do estado. “E fiquei mais alegre ainda porque minha cidade aprovou esta indicação, e quem conhece a nossa trajetória, a nossa luta, sempre diz que também se sente contemplado”, acrescentou Noleto.

Indicação aprovada

Desde que foi anunciado como próximo secretário de Infraestrutura, diversas lideranças políticas e empresariais aprovaram o nome de Clayton Noleto. Foi o caso do presidente da Associação Comercial de Imperatriz, Jairo Almeida Santos. Para ele, o ato significa o reconhecimento da importância da segunda maior cidade do estado. “Isso demonstra, acima de tudo, o compromisso de Flávio Dino em governar para todos”, pontuou.

O prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira, também avaliou de forma positiva o nome do próximo secretário do Governo. “Tem competência comprovada, visão global, capacidade de articulação e liderança conhecida na Região Tocantina,” avaliou. Outros líderes regionais, como Rosângela Curado, demonstraram confiança no trabalho que Clayton exercerá na Sinfra.

Madeira é acusado de promover farra de quase mil contratados em Imperatriz

O Ministério Público do Maranhão (MPMA) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) ajuizaram duas ações contra o município de Imperatriz, nos dias 18 e 24 de setembro, devido às contratações irregulares de servidores da prefeitura. Uma é de Obrigação de Fazer e Não Fazer e a outra é Ação de Execução por Quantia Certa.

Mesmo após o município ter firmado dois Termos de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público do Trabalho, em que se comprometeu a só admitir servidores via concurso público, investigações do MPMA e do MPT demostram que ainda há inúmeros casos de admissões ilegais. Diante dos fatos, o MPT e o MPMA pedem que a Justiça obrigue o gestor a pagar R$ 2,73 milhões por conta do descumprimento do TAC e das infrações às leis.

Desde 2002, o Ministério Público do Trabalho e o MP Estadual têm realizado inspeções e investigações para apurar a situação irregular dos trabalhadores. Diante dos fatos apurados em Imperatriz, em 2006, o MPT firmou um TAC com o Município para o gestor só contratar, nomear ou admitir servidores mediante concurso público, ressalvadas as contratações temporárias para atender necessidade de excepcional interesse público.

No entanto, de acordo com o relatório do MPT e do MPMA, diante dos reiterados descumprimentos pelo Município, formalizou-se um aditivo em 2010, objetivando sanar as irregularidades.

A procuradora do Trabalho Adriana Maria Silva Candeira ressalta que, apesar das iniciativas do MPT e o MPMA para que os comandos legais fossem obedecidos, o Município está ignorando o TAC e as leis de forma deliberada. “As inúmeras nomeações ilegais, apontadas nas denúncias e nas investigações feitas, demonstram que o Município de Imperatriz vem utilizando, em claro desvio de finalidade, o poder de nomear livremente pessoas sem qualquer critério para exercerem as mais diversas funções integrantes de cargo de provimento efetivo, em clara burla à norma constitucional do concurso público.”

IRREGULARIDADES
O MPMA teve acesso às folhas de pagamento do município, referentes aos meses de março de 2013 e março de 2014, que comprovam contratações e nomeações feitas pela Prefeitura de Imperatriz de pessoas sem concurso público. O MPT apurou que há indícios de que foram contratados irregularmente 939 servidores após a assinatura do TAC.

Outra constatação feita pelo MPMA é o fato de os ocupantes de um mesmo cargo receberem remunerações distintas. Os chefes de núcleo administrativo, por exemplo, têm vencimentos que variam de R$ 850,00 a R$ 2.640,00. Segundo a promotora Nahyma Ribeiro Abas, titular da 1ª Promotoria Especializada de Imperatriz, a questão demonstra a diversidade das funções verdadeiramente ocupadas.

Em denúncia anônima feita à Ouvidoria do MPMA, relativa ao funcionamento do Sistema Nacional de Emprego (Sine), constatou-se que todos os servidores lotados neste serviço ocupam cargo em comissão de “assessor de gabinete III” e “chefe de núcleo administrativo”, embora todos estejam desempenhando atividades meramente administrativas no órgão, recebendo remuneração menor que o salário mínimo vigente. Foi averiguado que até mesmo a pessoa que exerce a função de zeladora está nomeada para o cargo de assessor de gabinete III.

Em agosto, em inspeção realizada na Secretaria Municipal de Governo (Segov), devido ao grande contingente de nomeações para cargos em comissão, o MPMA verificou que pouco mais de 10 servidores, dentre os 110 lotados no órgão, prestam serviços diretamente à pasta, estando os demais comissionados à disposição de outros órgãos, sem qualquer controle da efetiva atividade funcional.

“Tal situação revela prática corriqueira na administração pública de transformar os órgãos em verdadeiros cabides de emprego. Tudo isso para explorar a miséria alheia, em troca de votos. Afinal, o servidor sem estabilidade se sentirá obrigado a votar no gestor que o nomeou, na esperança de garantir a sua subsistência e de seus pares” afirma a promotora de justiça, Nahyma Ribeiro Abas.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Sessões do Tribunal do Júri movimentam 1ª Vara criminal em Açailândia

A 1ª Vara Criminal de Açailândia realizou na última semana duas sessões do tribunal do júri na comarca. As sessões foram presididas pelo juiz Pedro Guimarães Júnior, titular da unidade judicial. Os julgamentos aconteceram no auditório da Câmara de Vereadores de Açailândia e integraram o mutirão de julgamentos em andamento na comarca que, totalizando as sessões do termo sede e dos termos judiciários de São Francisco do Brejão e Cidelândia, deve levar ao banco dos réus um total de 6 (seis) acusados até o final deste mês de outubro.

No primeiro julgamento, ocorrido no dia 14, o réu foi o carvoeiro Pedro Francisco da Costa Santos, vulgo “Pedão”, morador do Assentamento de Nova Conquista em Açailândia. Ele estava sendo acusado de ter assassinado em parceria com um menor e mais outra pessoa, a vítima Agenor Torres de Araújo.

O crime teria ocorrido nos fundos de um cemitério que fica a margem da estrada vicinal que dá acessoao povoado. Depois, o corpo teria sido jogado na beira da estrada.

O conselho de sentença entendeu que o acusado deveria ser absolvido, por falta de prova nos autos conforme formulado pela defesa promovida pelo defensor Público Thiago Manoel Castro. A sessão foi presidida pelo titular da unidade, juiz Pedro Guimarães Junior. Nesse júri, atuou na acusação a promotora de Justiça Sandra Fagundes.

No dia seguinte, 15, foi a vez do julgamento de Luis João da Silva, vulgo “Pernambuco”, morador da Vila Ildemar em Açailândia. Sobre ele, pesava a acusação de homicídio contra a vítima Deltário Antonio da Silva em maio de 2002, próximo ao Clube “Forrozão 2000”, na quadra 207 da Vila Ildemar. Ele também foi absolvido pelo conselho de sentença.

Neste segundo julgamento o promotor foi Ossian Bezerra Pinho da Silva e a defesa promovida pelo defensor público Igor Raphael de Novaes Santos.

Michael Mesquita

Assessoria de Comunicação da CGJ-MA

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