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sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Simplício alerta para situação precária que vive a Caema

A população do Maranhão vem enfrentando graves problemas com a escassez e má distribuição de água. Na visão do deputado Simplício Araújo (Solidariedade/MA), a falta de prioridade e de investimentos por parte do governo do Maranhão vem agravando a situação.

Em outubro deste ano, a governadora RoseanaFoto: Alexandra Martins/Câmara dos Deputados Sarney cortou R$ 79 milhões no orçamento da Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema), lembrou o parlamentar. Enquanto isso, os maranhenses vem sofrendo, tendo que carregar latas d’água na cabeça e recorrendo a carros-pipa a preços altos. “É triste ver essa situação. É inadmissível que em pleno século 21 a população ainda sofra por falta de água. O serviço prestado pela Caema é ineficiente e precário”, afirmou Simplício.

Segundo lembrou o parlamentar, o Maranhão é o campeão do Nordeste em pior fornecimento de água. A proporção de domicílios maranhenses com acesso ao serviço de abastecimento de água aumentou, mas ainda está muito abaixo da média do Nordeste e do Brasil, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD).

Em 2009, o Maranhão contava com 67,5% das residências com acesso a abastecimento de água. Em 2012, o número de domicílios com este benefício subiu para 71,3%. O Maranhão conquistou um aumento de 3,75% neste dado, mas ainda amarga uma posição muito inferior aos dados do país.

No início da semana, a governadora lançou o Operação Carro-Pipa. Serão gastos mais 10,5 milhões com esses carros para encobrir a incompetência do governo. Para Simplício, é mais uma iniciativa para onerar a máquina pública, sem levar benefícios efetivos para a população.

O deputado disse ainda que os municípios maranhenses devem à Caema e vice-versa. Por isso, defendeu a municipalização em massa. “É preciso fazer o encontro de contas. Vários prefeitos estão fazendo convênio no período da eleição mesmo nessa situação de débito, o que pode gerar problemas aos prefeitos”, concluiu.

Reportagem: Letícia Bogéa

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