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sexta-feira, 21 de março de 2014

Alunos de Açailândia recebem laptops do Projeto Um Computador por Aluno.

Açailândia - Estudantes das escolas Municipais Justino Gusmão e Mário Cabral receberam nesta quarta feira 19/03/14 netbooks do Programa Um Computador por Aluno (PROUCA), promovido pelo Ministério da Educação (MEC).

As escolas municipais da educação no campo com turmas de até 20 alunos vão receber um leptop. A meta do MEC é promover a inclusão digital nas escolas públicas por meio de novas práticas pedagógicas em sala de aula. Os alunos têm a opção de utilizar os computadores em qualquer lugar do colégio, podendo deixá-los em armários especiais da escola ou ainda levá-los para casa. 

Os netbooks funcionam com o Ubuntu 2.0, um software de interface livre, que será instalados por técnicos no MEC na próxima semana. A diretora comenta que os computadores do PROUCA serão utilizados em atividades pedagógicas realizadas na escola, auxiliando o ensino e aprendizado em sala de aula. “É necessário apoio da família no monitoramento das atividades escolares feita pelos alunos”, comenta.

A professora Marlene Costa, técnica da SME que acompanhou a entrega desse lote, disse que foi um momento de muita alegria. “As crianças a princípio não acreditaram no que estavam vendo, achavam que era objetos de brinquedo. Quando foram ligados, a euforia tomou conta de todos”. Comenta, Marlene Costa.

1 comentários :

  1. Isso está muito longe da realidade da educação de Açailândia. Tomara que todas as escolas tivessem essas oportunidades e não fosse um mero ato propagandístico.
    A verdade é que há escolas municipais em Açailândia que até o dia de hoje não tiveram um único dia letivo com a carga horária completa. Sempre "sobem horário" pelas mais diversas causas: falta professor, a escola foi depredada por vândalos no fim de semana porque não havia vigia... ultimamente o motivo é porque falta merenda escolar... No final das contas, nossos filhos estão sendo roubados. Não basta com que a qualidade das aulas já não é lá essas coisas, além disso, boa parte das aulas simplesmente não acontece. Ao final da educação básica, qual desses alunos vai conseguir concorrer com os filhos dos ricos, que estudam em escolas particulares, e conseguir entrar numa universidade pública? É um crime contra o futuro desta cidade!
    E além do mais, até onde se sabe os recursos do FUNDEB, PNAE, etc estão chegando normalmente. Para onde estão indo, senhora prefeita?

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