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sábado, 29 de março de 2014

Greve da PMMA: Os frouxos não têm direito de reclamar depois

por johncutrim

Tentam de todas as formas dá um tom político ao movimento grevista dos policiais militares do Maranhão. O intuito é enfraquecê-lo. Ora, como se um PM, por ser filiado a algum partido político, n1939686_437798696363495_928324292_não tivesse o direito de protestar. É um cidadão como qualquer um e sua liberdade de manifestação está amparado na Constituição.

Política é uma coisa e política partidária é outra. O que está em jogo é o interesse dos trabalhadores.

Chegaram a dizer, em tom de deboche, que não havia 50 policiais na Câmara Municipal. Depois, com a greve ganhando adesão em São Luís e no interior (Timon, Imperatriz, Caxias, Bacabal e outras cidades) e as viaturas sem rodar na capital, o comando da PMMA entrou em estado de alerta.

Nos últimos dois dias quase não foi vista a polícia na rua. A situação tende a piorar com o decorrer da paralisação e quem sofre é a população por conta do descaso do governo Roseana.

Se alguns policiais militares alegam que o movimento é político, que façam o seu. Toda a tropa está insatisfeita. Isso é fato. Não são valorizados, baixos salários, falta de equipamentos e condições de trabalho não condizentes. Entre outras humilhações e o risco que correm diariamente.

A oportunidade de garantir melhorias à corporação é essa. Depois não vale ficar reclamando de que são humilhados pelo governo Roseana.

1 comentários :

  1. estou indignada com esse des(governo)!tenho um filho militar,e agora a pouco soube por ele que já estão sendo feitos no comando geral da pm,por ordem da governadora,documentos oficiais que consideram os grevistas DESERTORES,dando assim direito ao governo do estado de prendê-los e ,ato contínuo,excluí-los incontinenti da corporação.

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