.

.

Curta o rei no Facebook

.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

De como funciona os ataques a presidente da Câmara de Açailândia, Lenilda Costa

A presidente da Câmara Municipal de Açailândia, vereadora Lenilda Costa, sente na pele os desafios de se fazer uma gestão com seriedade mesmo que pra isto tenha que ir contra a vontade de outros.  Não é de hoje que a parlamentar recebe criticas em blogs e outros meios de comunicação, inclusive patrocinadas por colegas de parlamento. 

O motivo da vez para atacar Lenilda Costa é o fato de na última quinta feira (27) a vereadora ter encerrado a sessão antes do horário previsto, na ocasião a plenária encontrava-se lotada de servidores. Estavam ali para acompanhar a votação da Lei nº 01 de 17 de março de 2014 que fixa em 5,91% o reajuste salarial dos servidores públicos municipais e aumentado para 8,32% para o magistério.

Professores protestavam por não aceitar a proposta que foi enviada para analise das comissões e não chegou a ser votada. Tudo ocorria tranquilamente, com pulso firme a presidente conduzia a sessão, vereadores que estavam inscritos começaram a fazer uso da tribuna e os servidores tiveram seu direito de se manifestar mantido, não houve interrupção por parte da presidente. Gritavam, aplaudiam e vaiavam.

O que motivou a presidente a encerrar a sessão foi o seguinte: O vereador Professor Pedro Coelho começou a utilizar a tribuna e mostrar seu posicionamento, colocando-se favorável a causa dos servidores. Iniciou as criticas ao governo, o parlamentar é um dos que propõe a abertura de uma CPI para apurar supostas irregularidades no governo.

Um rapaz identificado como João adentrou ao plenário e ficou a observar, em dado momento da fala do vereador Pedro Coelho o homem se manifestou. Disse que o parlamentar estava fazendo criticas a uma ação que foi feita pelo ex-prefeito e que não poderia culpar Gleide Santos. Neste momento o vereador afirmou o seguinte: “Se você quer falar algo, por favor, se inscreva e venha se manifestar”. O rapaz continuou a gritar contra o vereador atrapalhando a sessão, e neste momento Lenilda intercedeu e pediu para se manter a calma.

O vereador Pedro então disparou: “Em todo lugar tem puxa-saco”, foi o suficiente para os vários servidores se voltar contra o rapaz e começar a gritarem ordens do tipo: “ cala a boca, cala a boca”. Havia servidores com os ânimos exaltados pois queriam saber se o projeto seria aprovado ou não, e o rapaz que gritou contra o vereador estava com capacetes na mão.

Diante do principio de um tumulto generalizado a presidente Lenilda anunciou por três vezes que encerraria a sessão, e com a continuação da gritaria generalizada, a presidente em um ato sábio e seguindo rigorosamente o regimento interno da casa, declarou encerrada a sessão. Ela e alguns vereadores com medo de terem sua integridade física ameaçada se retirou para o gabinete principal. Começou o grito dos servidores: “covardes, covardes, covardes” em referencia aos vereadores que se retiraram do plenário.

0 comentários :

Postar um comentário