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sábado, 26 de abril de 2014

Eliziane critica exclusão de seu nome de pesquisa

De O Estado

A deputada estadual Eliziane Gama (PPS), reafirmou ontem a sua pré-candidatura ao Governo do Maranhão e repudiou a pesquisa de intenções de votos divulgada pelo Instituto Data M, que a excluiu de todos os cenários referentes a eleição de outubro.

elizianeA parlamentar sustenta o projeto de terceira via e ainda busca aliança política com outros partidos para a disputa do pleito. “O PPS tem um projeto de candidatura própria e ainda estamos trabalhando para formalizar alianças. Sou candidata ao Governo”, afirmou.

Na última quinta-feira o Instituto Data M liberou para alguns veículos de imprensa os dados do levantamento feito entre os dias 19 e 22 deste mês sobre a eleição para governador e senador no Maranhão.

No principal cenário divulgado à imprensa, aparecem como pré-candidatos Flávio Dino (PCdoB), com 62,5% das intenções de votos; Lobão Filho (PMDB), com 12,2%; Marcos Silva (PSTU), com 3,3% e Antonio Pedrosa, com 2,3%.

No cenário que leva em consideração respostas espontâneas, aquele em que o eleitor cita o nome de um pré-candidato sem ter de escolher por meio de uma lista editada, Eliziane Gama, que foi candidata a prefeita de São Luís na eleição de 2012 com votação expressiva, também não teve percentual algum apresentado pelo Instituto Data M.

“Não dá para entender o porquê de o meu nome não ter sido colocado na disputa nesta pesquisa. Estamos fazendo movimentos em busca de apoio de partidos e eu tenho me posicionado sobre a candidatura. Então, não tem explicação lógica para que o meu nome fosse retirado da disputa”, criticou.

Gama também questionou a credibilidade da pesquisa, em relação à pergunta espontânea. Isso porque em todas as outras pesquisas anteriores, o seu nome foi citado pelo eleitorado.

“Um detalhe interessante é que o nosso nome foi excluído mesmo. Omitiram inclusive o meu percentual da espontânea. Na espontânea não seria nem necessário incluir o meu nome em uma lista, pois parte de uma manifestação natural do eleitorado”, completou.

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