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sábado, 8 de novembro de 2014

INFANTICÍDIO: Morte de 115 bebês em Caxias vai ser denunciado pelo CQC

Uma tragédia assombrou a população do Maranhão e, creio, que todo o povo brasileiro nos últimos dias. Somente de janeiro a outubro deste ano, 115 BEBÊS MORRERAM EM CAXIAS-MA, LOGO APÓS O PARTO, NA ÚNICA MATERNIDADE DA CIDADE. Os pais das vítimas acusam os médicos de negligência e os gestores públicos de negarem os atestados de óbito.

O assunto veio à tona a nível nacional por meio de denúncia feita no "Jornal da Band", o que motivou a ida da equipe do "CQC", programa humorístico-jornalístico da emissora dos Saad ao município controlado pela oligarquia Coutinho, já que na reportagem o prefeito não quis se pronunciar sobre o assunto (confira abaixo a matéria).

Como é sabido, no Maranhão o coronelismo ainda figura nos dias atuais como um conjunto de práticas políticas transmitidas de "pai pra filho", tanto dos grupos "tradicionais" tidos como de "direita" quanto dos "novos grupos", ditos de "esquerda" ou de "oposição".

Basta dizer que a única maternidade de Caxias leva o nome de Carmosina "Coutinho", cidade administrada pelo atual prefeito Leonardo "Coutinho", filho do ex-prefeito Humberto "Coutinho" e da ainda deputada estadual Cleide "Coutinho", que passará o bastão novamente para Humberto "Coutinho", eleito deputado estadual no dia 05 de outubro.

A "oligarquia Coutinho" é um dos pilares de sustentação política do governador eleito Flávio Dino (PCdoB), tendo sido Humberto um dos "padrinhos políticos" de Flávio (ENTENDA AQUI), o que confere aos "senhores de Caxias" uma posição confortável no jogo político estadual, minimamente pelos próximos quatro anos.

Por meio do polêmico repórter Oscar Filho, a equipe do CQC esteve em Caxias para apurar as denúncias e averiguar o porquê de tantas mortes de bebês logo após o parto. Tal como acontece nas ditaduras e nos bolsões coronelistas do país, Oscar não conseguiu obter respostas de nenhum órgão público na cidade controlada pelos "Coutinho", nem da Secretaria Municipal de Saúde de Caxias, nem da Polícia Militar, muito menos da própria Prefeitura da cidade.

Pelo contrário, Léo Coutinho, como é conhecido o atual chefe político de Caxias demonstrou, em frente às câmeras, total falta de humanidade com as famílias das vítimas, buscando o tempo todo esquivar-se das perguntas do repórter do CQC, acusando-o de estar fazendo "política" (pasmem!!!), para assim não fornecer as informações exigidas (assista abaixo).

É de conhecimento nacional a postura tresloucada de Oscar Filho, que sempre aborda seus entrevistados no quadro "Proteste Já!" do CQC da forma menos "cordial" possível, digamos assim, principalmente em se tratando de figuras políticas.

Contudo, isso não diminui em nada as graves denúncias que pesam sobre a oligarquia Coutinho (principalmente contra o prefeito Léo Coutinho e contra o gestor da maternidade Carmosina Coutinho), no tocante às mortes de 115 recém-nascidos e o não fornecimento dos atestados de óbitos aos pais das vítimas, direito este garantido por lei.

Que o Brasil não feche os olhos para estes crimes contra a Humanidade que acontecem na cidade de Caxias, na parte ocidental do Estado do Maranhão. Que os órgãos competentes investiguem todas as mortes ocorridas somente este ano na única maternidade da cidade e punam exemplarmente os responsáveis por este verdadeiro "INFANTICÍDIO". E que o povo do Maranhão acorde, de uma vez por todas, do sono (ou será pesadelo?) a que está acometido há tempos!!!

Postado por Hugo Freitas

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