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sexta-feira, 28 de agosto de 2015

MP vai investigar “apropriação indébita” de ambulância do SAMU em Açailandia

Samu 1À “apropriação indébita” de uma Ambulância do SAMU enviada pelo Governo Federal, através do Ministério da Saúde, para o Município de Açailândia, deve se tornar objeto de investigação por parte do Ministério Público do Estado do Maranhão. Os principais suspeitos são pessoas ligadas à ex-prefeita Gleide Santos (PMDB).

Entenda o caso:

ProtocoloNão é segredo pra ninguém que a ex-gestora Gleide Santos passou Município de Açailândia para o atual prefeito Juscelino Oliveira, totalmente sucateado, inclusive o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU, chegando a causar morte de vitimas de acidentes por falta de ambulâncias.

Diante da situação caótica, o Sr. Marco Aurélio, atual secretário de saúde do Município, respaldado pelo prefeito Juscelino, assim que assumiu a pasta foi a São Luis reivindicar junto à coordenação estadual, ambulâncias novas, foi quando para sua surpresa recebeu a informação que o Ministério da Saúde – MS havia enviado uma Unidade de Suporte Básico – USA, para o Município.

De acordo com documentos, a ambulância saiu de São Paulo no último dia 22 de julho para que fosse entregue a coordenadora do SAMU em Açailândia no dia 25, três dias depois, o que não aconteceu. Logo após tomar conhecimento da situação que é no mínimo estranha, o secretário de saúde acionou logo o Ministério Público para que juntos pudessem descobrir o paradeiro da “Famigerada Ambulância”, objeto de toda confusão.

A ambulância foi localizada logo na primeira visita de Marco Aurélio e a Promotora de Justiça Glauce Malheiros à base do SAMU. O fato deixou todos indignados, inclusive a promotora, uma vez que durante esse período de quase um mês que a ambulância ficou escondida, pessoas morreram por falta da mesma.

A ambulância que deveria ter sido entregue em Açailândia, más estranhamente foi recebida em Imperatriz por uma mulher identificada apenas como “Gilliely”, pessoa ligada à ex-prefeita Gleide Santos e seu filho Denison Gigante, quando os mesmo se encontravam afastados de suas funções na prefeitura.

O Ministério Público deve investigar porque a mulher que recebeu a ambulância (“Gilliely”) informou a transportadora um número de CPF “fictício” e documentou que recebeu o veículo no mesmo dia que o mesmo saiu de Sal Paulo.

O dono da loja Auto Giro de Imperatriz, onde segundo informações a ambulância ficou escondida todo esse tempo; a pessoa que foi buscar a mesma, a coordenadora do SAMU e a tal “Gilliely” devem ser ouvidos pelo Ministério Público, onde o secretário de Saúde Marco Aurélio, através da assessoria jurídica da prefeitura já protocolou um pedido de investigação para apurar à “apropriação indébita”.Documento MP

Blog do Antonio Marcos

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