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quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Ex-prefeita Gleide Santos coordenará toda saúde do município em eventual Governo de Benjamin Oliveira

Não é fácil fazer com que um partido abra mão de uma candidatura própria para compor em uma coligação, são necessárias várias articulações e acordos, por exemplo, Jardel Bom Jardim do partido PHS abriu mão de ser candidato a prefeito para ser vice na chapa do médico Benjamin Oliveira – PSDB, já o PMDB ensaiou lançar candidatura própria nestas eleições com a ex-prefeita Gleide Santos disputando, foram várias reuniões neste sentido e até anuncio da data da convecção onde o nome da ex-prefeita seria anunciado mais uma vez como candidata, no mesmo dia ocorreria a convenção do médico Benjamin Oliveira e até aquele momento aliados da ex-prefeita propagavam que o PSDB não poderia mais voltar a governar Açailândia, até que nos últimos momentos o partido de Gleide Santos – PMDB abdicou da candidatura própria e foi para o palanque de Benjamin Oliveira, fazendo parte da coligação do médico. Sabe-se agora que o acordo foi a garantia de que a ex-prefeita Gleide Santos coordenaria toda a gestão da saúde em um eventual governo do médico Benjamin Oliveira.

Com o esposo médico e filho médico, Gleide Santos enquanto prefeita manteve seus olhos e mãos sobre a gestão da saúde municipal, inclusive com o filho sendo secretário municipal de saúde. Devido toda sua rejeição no município, Gleide Santos em acordo com os demais membros do PMDB resolveram ir para o palanque do médico em troca do comando da saúde.

Apesar de ter laços com a ex-prefeita Gleide Santos, Benjamin faz questão de esconder seu apoio em plena campanha, quer somente o bônus (tempo de propaganda eleitoral) e não arcar com o ônus (rejeição da população). O acordo passa ainda por Gleide Santos ficar longe do seu palanque e caminhadas, mas ter total espaço na saúde em sua gestão.
A relação de admiração entre o médico Benjamin Oliveira e Gleide Santos é tão forte que em 02 de julho de 2015, a ex-prefeita contratou o médico para fazer parte do quadro da saúde municipal. A época ele foi coberto por elogios e taxado como “reforço de peso para saúde de Açailândia”. Gleide afirmou que Benjamin Oliveira era um médico que Açailândia conhecia por sua competência. Esqueceu de citar que as consultas eram particulares, por tanto, a população carente sem condições de pagar não o conhece.

Devido a repercussão já que Benjamin naquele momento alimentava a ideia de um projeto de poder e Gleide Santos enfrentava cassações por ser acusada de vários crimes, o médico se apresentou em fazer uma coletiva e disse que não estava contratado, deixando que as questões partidárias o afastasse de tratar o povo no sistema único de saúde público. Mas Gleide Santos afirmou que ele estava contratado conforme comprova os links:




Agora sabe-se que sempre estiveram juntos.

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