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terça-feira, 27 de setembro de 2016

Moradores de Piquiá de Baixo criam grupo para debater reassentamento

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No dia 01 de setembro, moradores de Piquiá de Baixo (Açailândia/MA) se reuniram na Avenida João Castelo, na casa do senhor Antônio Reinaldo, para mais um encontro “Rodas de Conversa”, que serve para informar a comunidade de Piquiá de Baixo sobre o processo de reassentamento do bairro. Participaram cerca de 20 beneficiários.
“Olha, o terreno não foi limpo ainda, porque temos que ter uma data para iniciar as obras, quando tivermos essa resposta da Caixa Econômica Federal (CEF) será feita a limpeza na área”, respondeu a assistente social Angra Nascimento, componente da equipe sociojurídica da associação de moradores de Piquiá de Baixo.
As “Rodas de Conversa” acontecem nas ruas do bairro. Os encontros são realizados uma vez por mês em locais diferentes da comunidade. Os moradores oferecem suas casas para que a reunião aconteça e convidam vizinhos a participarem e trazerem dúvidas para esclarecimento.
Sobre a quantidade de reuniões, a secretária da equipe Laliany Sousa explica: “seremos nós que vamos construir o novo bairro, por isso temos que nos reunir muitas vezes. Por exemplo, precisaremos de pedreiro para construir as casas, essa mão-de-obra será do bairro, por isso temos que nos encontrar para saber onde podemos colaborar dentro desse processo de reassentamento”.
img_3284Os moradores dispõem de uma assessoria técnica formada por um advogado, uma assistente social e uma secretária, que juntos formam a equipe sociojurídica que atua no processo de reassentamento da comunidade.
Para a moradora Maria Aldenir as conquistas do terreno para o novo bairro e o financiamento para construção só ocorreram porque a comunidade lutou para isso. “Só conseguimos o terreno porque demos as mãos e é assim que temos que continuar, por isso temos que nos reunir para seguir juntos, lutando! ”, afirmou.
Essa é a segunda “Roda de Conversa” deste ano, sendo que a primeira foi dia 23 de agosto na Praça de Piquiá de Baixo, com participação de 20 moradores. Os encontros já estão sendo realizados desde o ano passado e vão se intensificar à medida que o processo de reassentamento avança. Desse modo, a ideia é continuar a percorrer as ruas da comunidade para informar e envolver cada vez mais moradores.

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