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sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Educação Ambiental Através da Conscientização

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Na quarta-feira pela manhã dia 09/11/2017, foi realizada a segunda etapa da campanha de conscientização ambiental referente a poluição sonora, os agentes de fiscalização ambiental da Secretaria de Meio Ambiente em parceria com a Sala Verde, desenvolveram uma ação em conjunto que consistiu em, conscientizar e informa os lojistas e comerciantes das principais ruas e avenidas do município de Açailândia; Marly Sarney, Duque de Caxias, Tácito Caldas e Rua São Luís, quanto a pratica da utilização de caixas amplificas nas portas de seus respectivos estabelecimentos comerciais para divulgação de propagandas.

Pratica essa tipificada como poluição sonora pelos altos volumes praticados, onde funcionários e outros lojistas que não utilização desta pratica bem como os transeuntes sentem-se prejudicados com os abusos sonoros praticados, através das caixas amplificadas para fim de propaganda comercial das lojas bem como locução ao vivo e ainda a utilização de carros de som parados nas portas das lojas para o mesmo fim comercial. Os estabelecimentos não apresentaram licença ambiental para usar caixas de som nas portas das lojas com o intuito de atrair clientes e divulgar produtos. 

De acordo com Lei Municipal, que trata de Poluição Sonora de nº 320/2009 em seu artigo 8º, as lojas não podem usar esses aparelhos com essa finalidade; apenas o som ambiente é permitido.

Nos estabelecimentos visitados foram dos mais variados, como lojas de cosméticos, lojas de vendas de celulares, roupas e confecções e principalmente farmácias, os agentes de fiscalização ambiental identificaram a pratica de poluição sonora em todos os estabelecimentos visitados, sendo um agravo a lei.

Poluição Sonora, se remete a qualquer ruído que possa prejudicar a saúde, remete-se a um som com o volume extremamente alto ou a um ruído ou barulho que interfira negativamente na qualidade de vida.

Os lojistas e comerciantes foram NOTIFICADOS de forma verbal pela equipe de fiscalização ambiental que tinham que sanar aquela pratica e que em outro momento se assim fosse identificado a continuidade da utilização das caixas amplificadas seriam multados seguido de recolhimento das caixas de som.
Efeitos:
Acima dos 65 dB os indivíduos apresentam colesterol elevado, diminuição do sistema imunológico e aumento dos índices de morfina, podendo tornar o indivíduo quimicamente dependente. É acima dos 70 dB que abala a saúde mental, há incidências de zumbidos, tontura, aumentam as chances de infartos, além de começar a afetar as estruturas de audição, progressivamente levando a perdas auditivas, podendo chegar a surdez.
Para a Organização Mundial de Saúde (OMS), um ruído de 50 dB já prejudica a comunicação e, a partir de 55dB, pode causar estresse e outros efeitos negativos. Ao alcançar 75 dB, o ruído apresenta risco de perda auditiva se o indivíduo for exposto ao mesmo por períodos de até oito horas diárias.
O som é a sensação auditiva que nossos ouvidos são capazes de detectar, ele é definido como a compressão mecânica ou onda mecânica que se propaga em algum meio. Sons de qualquer natureza podem se tornar prejudiciais à saúde quando emitidos em grande volume, ou seja, elevada intensidade. 
Os autos volumes sonoros praticados por qualquer fonte são tipificados como poluição sonora e é crime ambiental previsto na Lei Federal de nº 9.605/98, bem como é enquadrado no Decreto-Lei Nº 3.688, de 3 de outubro de 1941.

Art. 42. Perturbar alguém o trabalho ou o sossego alheios:
        I – Com gritaria ou algazarra;
        II – Exercendo profissão incômoda ou ruidosa, em desacordo com as prescrições legais;
        III – abusando de instrumentos sonoros ou sinais acústicos;

        IV – Provocando ou não procurando impedir barulho produzido por animal de que tem a guarda

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