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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Preço de combustível em Açailândia apresenta valor acima da média.



Por: Darlan Feitosa
Há um bom tempo que a discrepância nos preços de compra e venda de combustível em Açailândia – Ma vem apresentando percentuais elevados em comparação a outras cidades. Essa diferença fica escancarada quando analisado o preço de entrega do produto nas distribuidoras e o valor cobrado nas bombas dos postos de combustível em Açailândia, bem como a localização do pool de abastecimento.
O valor do litro da gasolina (por exemplo) aqui em Açailândia (na data de 9 de fevereiro de 2019), apresentou os seguintes valores de recebimento (pelo postos) e venda (aos consumidores):
O produto chegou às distribuidoras a um valor de R$ 1,50 o litro (R$ 1,5079 pra ser exato); no entanto, esse mesmo litro de gasolina sofreu um aumento de assustadores 186% no ínterim entre a compra na distribuidora e a oferta do produto nas bombas, ficando em R$ 4,29 para o consumidor final.
Lembrando que o pool que abastece grande parte da região sudoeste do Maranhão fica localizado aqui mesmo no município de Açailândia; portanto, teoricamente, o custo de transporte seria a menor para os postos mais próximos à destruidora, o que deveria diminuir os preços praticados, sobretudo, em Açailândia.
Muito pelo contrário, a gasolina açailandense é vendida nos postos a um preço maior que o praticado em muitas cidades, inclusive, de regiões um tanto distantes do pool de abastecimento do Piquiá. Situação que causa estranheza por pessoas de outras cidades quando visitam Açailândia.
Infelizmente grande parte dos consumidores locais se acostumaram com esse spread, e não têm maiores esperança que denúncias possam resolver o problema; o que faz pipocar empreendimentos de postos de combustível em vários pontos da cidade, afinal, faturamentos nesse percentual (186%) nem mesmo agiotagem proporciona.
A barreira possível para coibir esse abuso seria dos órgãos de regulamentação estatal (Procon, MP e etc) que deveriam combater os cartéis, bem como o aumento injustificado no preço de um produto estratégico para o desenvolvimento econômico das pessoas.
No entanto, nota-se que essa fiscalização não tem inibido essa prática no nosso município.

Quando o poder público se torna ineficiente, parcial a alguns setores, e perseguidor dos grupos mais fracos (no caso o povo) quem de fato “paga o pato” é a população consumidora. Que, não podendo contrabandear combustível de outras cidades e revender (por questões óbvias de respeitar e cumprir as leis), fica sujeita a comprar o produto ao preço ditado pelos donos dos postos.

E assim, segue a vida na cidade do ferro.
Mais informações no link abaixo.

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